Paes e Pedro Paulo estavam inelegíveis desde o fim do ano passado acusados de usar o Plano Estratégico pago pela prefeitura como plano de governo da campanha eleitoral de Pedro Paulo, que concorreu ao cargo de prefeito em 2016.
Ao recorrer, os políticos argumentaram ao TSE que o material era um documento da prefeitura, acessível a qualquer candidato. O tribunal ainda irá julgar o mérito inicial da ação.
Nenhum comentário:
Postar um comentário